Relatórios

O Macro no Detalhe

Série de curtas análises econômicas do nosso Economista-Chefe, Adauto Lima

01 de agosto, 2018

A taxa de desemprego recuou no trimestre abr-jun/18 em relação ao trimestre mar-mai/18, passando de 12,7% para 12,4%. Descontados os efeitos sazonais, a taxa de desemprego passou de 12,34% para 12,30%, segundo nossa dessazonalização.O número de desempregados recuou para 13 milhões no trimestre, abaixo dos 13,5 milhões registrados em igual período de 2017.

02 de julho, 2018

A taxa de desemprego recuou no trimestre mar-mai/18 em relação ao trimestre fev-abr/18, passando de 12,9% para 12,7% (em linha com as expectativas). Descontados os efeitos sazonais, a taxa de desemprego passou de 12,3% para 12,4%, segundo nossa dessazonalização. O número de desempregados recuou para 13,2 milhões no trimestre, abaixo dos 13,7 milhões registrados em igual período de 2017.

21 de junho, 2018

Mesmo diante da melhora dos dados de abril, estava claro que a recuperação da economia brasileira perdeu forças no início de 2018 e com a greve dos caminhoneiros. Acreditamos que a greve tenha gerado não apenas uma perda na atividade no bimestre maio-junho, como também deterioração adicional na tendência de crescimento (choque de expectativas, alta da taxa de juros longa e depreciação adicional do Real).

08 de junho, 2018

O IPCA de maio ficou em 0,40%, acima das expectativas do mercado (0,30%) e também da nossa estimativa de 0,29% (o consenso de mercado ficou estável ao longo do mês, apesar da paralisação dos caminhoneiros). O resultado final também ficou acima da estimativa do BCB de 0,26%, segundo o último Relatório de Inflação Trimestral, divulgado no final de março.

01 de junho, 2018

No 1º trimestre de 2018, o PIB registrou expansão de 0,4% em relação ao 4º trimestre de 2017, já descontados os efeitos sazonais. O resultado veio ligeiramente acima do consenso (+0,3%) e também em linha com nossas estimativas. No acumulado de quatro trimestres, o PIB registrou expansão de 1,2%.

30 de maio, 2018

A taxa de desemprego recuou no trimestre fev-abr/18 em relação ao trimestre jan-mar/18, passando de 13,1 % para 12,9% (abaixo das expectativas de 13,0%). Descontados os efeitos sazonais, a taxa de desemprego recuou de 12,4% para 12,3%, segundo nossa dessazonalização. O número de desempregados recuou para 13,7 milhões no trimestre, abaixo dos 14,2 milhões registrados em igual período de 2017.

18 de maio, 2018

Os dados de março confirmaram que a economia brasileira perdeu tração no primeiro trimestre do ano após uma sequência de meses em expansão ao longo do 2º semestre de 2017. O IBC-Br apresentou queda no mês de março, resultando em uma pequena retração no trimestre.

11 de maio, 2018

O IPCA de abril ficou em 0,22%, abaixo das expectativas do mercado (0,28%) e também da nossa estimative de 0,27% (o consenso de mercado recuou fortemente ao longo do mês até atingir 0,28%). O resultado final também ficou abaixo da estimativa do Banco Central de 0,33%, segundo o último Relatório de Inflação Trimestral, divulgado no final de março.

18 de abril, 2018

Os dados de fevereiro confirmaram que a economia brasileira perdeu tração neste início de ano, após uma sequência de meses em expansão ao longo do 2º semestre de 2017.

11 de abril, 2018

O IPCA de março ficou em 0,09%, abaixo das expectativas do mercado (0,12%) e também das nossas estimativas de 0,13% (o consenso de mercado recuou fortemente ao longo do mês, saindo de 0,25% para 0,12%). O resultado final também ficou abaixo da estimativa do BCB de 0,20%, segundo o último Relatório de Inflação Trimestral divulgado no final de março.

02 de abril, 2018

A economia brasileira iniciou o ano de 2018 com uma pequena retração da atividade econômica, após uma sequência de meses em expansão ao longo do 2º semestre de 2017. Tanto o IBC-Br (Índice de Atividade Econômica do Banco Central), quanto o Monitor do PIB da FGV, apresentaram pequena retração no mês de janeiro ante dezembro de 2017.

29 de março, 2018

A taxa de desemprego aumentou no trimestre dez-fev/18 em relação ao trimestre nov-jan/18, passando de 12,2% para 12,6% (em linha com as expectativas). Descontados os efeitos sazonais, a taxa de desemprego recuou de 12,5% para 12,4%, segundo nossa dessazonalização. O número de desempregados recuou para 13,1 milhões no trimestre, abaixo dos 13,5 milhões registrados em igual período de 2016.

12 de março, 2018

O IPCA de fevereiro ficou em 0,32%, em linha com as expectativas de mercado de 0,31% e um pouco abaixo das nossas estimativas de 0,35% (o consenso de mercado recuou fortemente ao longo do mês, saindo de 0,44% para 0,31%).

05 de março, 2018

O PIB no 4º trimestre de 2017 registrou expansão de 0,1% em relação ao 3º trimestre de 2017, já descontados os efeitos sazonais. O resultado veio abaixo do consenso e também das nossas estimativas (0,3% e 0,2% respectivamente). No acumulado do ano de 2017, o PIB registrou expansão de 1,0%, a primeira taxa positive desde 2014.

28 de fevereiro, 2018

A taxa de desemprego aumentou no trimestre nov-jan/18 em relação ao trimestre out-dez/17, passando de 11,8% para 12,2% (acima das expectativas). Descontados os efeitos sazonais, a taxa de desemprego ficou estável em 12,6% segundo nossa dessazonalização.

19 de fevereiro, 2018

A economia brasileira reverteu em 2017 a trajetória recessiva que prevalecia desde o 1º tri de 2014, voltando a registrar expansão, mesmo que moderada, neste último ano. O desempenho da economia ganhou tração ao longo do segundo semestre, se espalhando para os diversos setores e já com reflexos positivos sobre o emprego.

09 de fevereiro, 2018

O IPCA de janeiro ficou em 0,29%, bem abaixo tanto do consenso de mercado de 0,41% quanto da nossa expectativa de 0,35%. As expectativas permaneceram constantes ao longo do mês. A maior parte da surpresa ficou por conta da Alimentação Fora do Domicílio e dos Vestuários.

31 de janeiro, 2018

A taxa de desemprego apresentou novo recuo no trimestre out-dez/17 em relação ao trimestre set-nov/17, passando de 12,0% para 11,8% (ligeiramente abaixo das expectativas). Descontados os efeitos sazonais, a taxa de desemprego ficou estável em 12,6%. O número de desempregados recuou para 12,3 milhões no trimestre, mesmo patamar registrado em igual período de 2016.

02 de janeiro, 2018

A taxa de desemprego apresentou novo recuo no trimestre set-nov/17 em relação ao trimestre ago-out/17, passando de 12,2% para 12,0% (em linha com as expectativas). Descontados os efeitos sazonais, a taxa de desemprego ficou estável em 12,6%. O número de desempregados recuou para 12,6 milhões no trimestre, ainda acima dos 12,1 milhões registrados em igual período de 2016.

08 de dezembro, 2017

O IPCA de novembro ficou em 0,28%, abaixo do consenso de mercado de 0,32% e da nossa expectativa de 0,35%. As expectativas no início de novembro estavam ainda mais altas, em 0,42%. A maior parte da surpresa ficou por conta, novamente, do item Alimentação, porém, continua o processo mais amplo de desinflação, principalmente dos Serviços

04 de dezembro, 2017

O PIB no 3º trimestre de 2017 registrou expansão de 0,1% em relação ao 1º trimestre de 2017, já descontados os efeitos sazonais. O resultado veio abaixo do consenso e também das nossas estimativas, ambas em 0,2%. Entretanto, houve uma revisão das séries trimestrais dos últimos anos, em função da divulgação das Contas Nacionais de 2015, que afetaram a trajetória trimestral e os números anuais da série.

30 de novembro, 2017

A taxa de desemprego apresentou novo recuo no trimestre ago-out/17 em relação ao trimestre jul-set/17, passando de 12,4% para 12,2% (em linha com as expectativas). Descontados os efeitos sazonais, a taxa de desemprego ficou estável em 12,6%. O número de desempregados recuou para 12,7 milhões no trimestre, ainda acima dos 12 milhões registrados em igual período de 2016.

10 de novembro, 2017

As medidas subjacentes de inflação mostram que a inflação continua em patamar baixo e a medida de Serviços Subjacentes do Banco Central, que vinha mostrando tendência de alta até agosto em termos dessazonalizados, reverteu essa tendência em setembro e voltou a cair no mês de outubro. Esperamos IPCA de 0,50% em novembro, puxado pelos aumentos de energia elétrica (bandeira vermelha), gasolina, gás de botijão e menor deflação dos alimentos. Para o ano de 2017, revisamos nossa projeção para 3,2% (de 3,0%), em função da maior alta dos preços administrados.

31 de outubro, 2017

A taxa de desemprego apresentou novo recuo no trimestre jul-set/17 em relação ao trimestre jun-ago/17, passando de 12,6% para 12,4% (em linha com as expectativas). Descontados os efeitos sazonais, a taxa de desemprego ficou estável em 12,6%. O número de desempregados recuou para 13 milhões no trimestre, ainda acima dos 12 milhões registrados em igual período de 2016.

06 de outubro, 2017

O IPCA de setembro ficou em 0,16%, acima do consenso de mercado de 0,08%, que foi revisado para baixo ao longo do mês (inicialmente esperava-se o IPCA de setembro mais próximo a 0,30%). A menor deflação do que se esperava do grupo alimentação explica quase que a totalidade da surpresa no mês.

29 de setembro, 2017

A taxa de desemprego observou novo recuo no trimestre jun-ago/17 em relação ao trimestre mai-jul/17, passando de 12,8% para 12,6%. Descontados os efeitos sazonais, a taxa de desemprego recuou de 12,7 para 12,6%. O número de desempregados recuou para 13,1 milhões no trimestre, ainda acima dos 12 milhões registrados em igual período de 2016.

11 de setembro, 2017

O IPCA de agosto ficou em 0,19%, bem abaixo do consenso de mercado de 0,30%, que já havia sido fortemente revisto ao longo do mês (inicialmente esperava-se o IPCA de agosto mais próximo a 0,50%). O número cheio e algumas medidas subjacentes de inflação mostram que o processo de declínio da inflação continua, mesmo que em menor intensidade.

05 de setembro, 2017

O PIB no 2º trimestre de 2017 registrou expansão de 0,2% em relação ao 1º trimestre de 2017, já descontados os efeitos sazonais. O resultado veio acima do consenso de mercado (0,0%) e também da nossa estimative de -0,1%.

31 de agosto, 2017

A taxa de desemprego observou novo recuo no trimestre mai-jul/17 em relação ao trimestre abr-jun/17, passando de 13,0% para 12,8%. Descontados os efeitos sazonais, a taxa de desemprego recuou de 12,8 para 12,7%. O número de desempregados recuou para 13,3 milhões no trimestre, ainda acima dos 11,8 milhões registrados em igual período de 2016. Apesar de que esperávamos a reversão da tendência de aumento do desemprego ao longo do segundo semestre do ano, a recuperação começou um pouco antes do que imaginávamos.

10 de agosto, 2017

Após meses de surpresas positivas, o IPCA de julho ficou um pouco acima das expectativas. O índice foi de 0,24%, acima das nossas estimativas e do consenso de mercado (0,19% e 0,18%, respectivamente). O número cheio e algumas medidas subjacentes de inflação mostram que o processo de declínio da inflação continua, mas em menor intensidade.

10 de julho, 2017

Mais um mês com surpresa positiva no quadro inflacionário. O IPCA de junho ficou em -0,23%, muito abaixo das expectativas de mercado -0,15% (Focus) e também das nossas estimativas de -0,18%. Continuamos acreditando que este cenário levará o COPOM a manter o ritmo de corte da SELIC em 100 bps na sua próxima reunião (26/07). Mais, acreditamos que o ciclo de cortes será maior, com a SELIC podendo chegar a 8,00% no final deste ciclo de cortes.

03 de julho, 2017

A taxa de desemprego observou um ligeiro recuo no trimestre mar-mai/17 em relação ao trimestre fev/17-abr/17, passando de 13,6% para 13,3%. Descontados os efeitos sazonais, a taxa de desemprego manteve-se estável em 13,0%. O número de desempregados recuou para 13,8 milhões no trimestre, muito acima dos 11,4 milhões registrados em igual período de 2016. Apesar da recente estabilização da taxa de desemprego, não acreditamos em uma reversão rápida do quadro, podendo haver apenas um pequeno recuo do desemprego no segundo semestre. Entretanto, o aumento da incerteza política do último mês pode comprometer este cenário.

12 de junho, 2017

Mais um mês com surpresa positiva no quadro inflacionário. O IPCA de abril ficou em 0,31%, muito abaixo das expectativas de mercado 0,46% (Focus) e também das nossa estimativa de 0,48%. Continuamos acreditando que este cenário legitimará um ciclo maior, ainda que de forma mais cautelosa, de cortes na SELIC.

02 de junho, 2017

O PIB no 1º trimestre de 2017 registrou o primeiro crescimento desde o 1º trimestre de 2014, com expansão de 1% em relação ao 4º trimestre de 2016, já descontados os efeitos sazonais. O resultado veio em linha com o consenso de mercado e acima das nossas estimativas de 0,8%.

31 de maio, 2017

A taxa de desemprego observou um ligeiro recuo no trimestre fev-abr/17 em relação ao trimestre jan/17-mar/17, passando de 13,7% para 13,6%. Descontados os efeitos sazonais, a taxa de desemprego manteve-se estável em 13,0%. O número de desempregados subiu para 14 milhões no trimestre, muito acima dos 11,4 milhões registrados em igual período de 2016. O atual patamar de desemprego encontra-se muito acima das nossas estimativas de NAIRU1 de 8,9% e, portanto, continuará exercendo pressão desinflacionaria nos próximos trimestres.

10 de maio, 2017

Mais um mês com surpresa positiva no quadro inflacionário. O IPCA em abril ficou em 0,14%, ligeiramente abaixo das expectativas de mercado 0,18% (Focus) e também das nossas estimativas revisadas de 0,20%. Vale lembrar que as expectativas do Focus estavam em 0,30% há quatro semanas atrás. Continuamos acreditando que este cenário legitimará um ciclo ainda maior e mais rápido de cortes na SELIC.

02 de maio, 2017

A taxa de desemprego observou um forte aumento no trimestre Jan-Mar/17 em relação ao trimestre Dez/16-Fev/17, passando de 13,2% para 13,7%. Descontados os efeitos sazonais, a taxa de desemprego manteve-se estável em 13,1%. O número de desempregados subiu para 14,2 milhões no trimestre,muito acima dos 11,1 milhões de desempregados em igual período de 2016. O atual patamar de desemprego encontra-se muito acima das nossas estimativas de NAIRU1 de 8,4% e, portanto, continuará exercendo pressão desinflacionaria nos próximos trimestres.

10 de abril, 2017

O número cheio e algumas medidas subjacentes de inflação mostram que o processo de declínio da inflação continua. Para o ano de 2017, reduzimos nossa projeção para 4,0%, em função da menor pressão de Alimentos e de Serviços. Os maiores riscos para o nosso cenário de convergência do IPCA para a meta permanecem nos Preços Administrados, devido à incerteza quanto aos reajustes de energia elétrica. Por outro lado, esperamos que a inflação dos Preços Livres recue para algo próximo a 3,5% este ano.

03 de abril, 2017

Observou-se um forte aumento na taxa de desemprego no trimestre Dez/16-Fev/17 em relação ao trimestre Nov/16-Jan/17, passando de 12,6% para 13,2%. Descontados os efeitos sazonais, a taxa de desemprego manteve-se estável em 13,1%. O número de desempregados subiu para 13,5 milhões no trimestre Dez/16-Fev /17, muito acima dos 10,4 milhões de desempregados em igual período de 2016. O atual patamar de desemprego encontra-se muito acima das nossas estimativas de NAIRU1 de 8,4% e, portanto, continuará exercendo pressão desinflacionaria nos próximos trimestres.

13 de março, 2017

O cenário inflacionário continua evoluindo de forma bastante positiva, e aumenta a probabilidade de um ciclo ainda maior e mais rápido de cortes na SELIC. O IPCA em fevereiro ficou em 0,33%, abaixo das nossas estimativas de 0,44% e do consenso do mercado de 0,43%. Lembrando que tanto as nossas estimativas, quanto as do mercado, já vinham sendo reduzidas há algumas semanas.

9 de março, 2017

O PIB no 4º trimestre mostrou nova retração da economia, e mais uma vez a surpresa foi negativa, com uma queda maior que a antecipada por nós e pelo consenso de mercado. Após alguns trimestres mostrando retrações menores que as verificadas nos trimestres imediatamente anteriores, a taxa de contração voltou a se acelerar no 4º trimestre de 2016, repetindo a tendência de aceleração da retração que observamos no 3º trimestre. Esta aceleração da contração aumenta a incerteza sobre quando a economia irá se estabilizar e, também, como e quando teremos uma retomada do crescimento econômico. Em resumo, a melhora na confiança dos agentes observada nos últimos trimestres ainda não se refletiu na economia real.

09 de fevereiro, 2017

O IPCA em janeiro ficou em 0,38%, abaixo das nossas estimativas de 0,40% e do consenso do mercado de 0,42%. Tanto as nossas estimativas quanto as do mercado vem sendo reduzidas há algumas semanas (no início de dezembro de 2016, a mediana das expectativas para o IPCA de Janeiro estava em 0,60% e em nosso cenário estava em 0,55%).

01 de fevereiro, 2017

A taxa de desemprego teve ligeiro aumento no trimestre Out-Dez/16 em relação ao trimestre Set-Nov/16, passando de 11,9% para 12%. Descontados os efeitos sazonais, a taxa manteve a tendência de alta que se verifica desde o início de 2015, subindo para 12,9% ante 12,5% no período anterior. O número de desempregados subiu para 12,3 milhões no trimestre Out-Dez/16, muito acima dos 9,1 milhões de desempregados em igual período de 2015.

2 de janeiro, 2017

A taxa de desemprego teve ligeiro aumento no trimestre Set-Nov/16 em relação ao trimestre Ago-Out/16, passando de 11,8% para 11,9%. Descontados os efeitos sazonais, a taxa de desemprego manteve a tendência de alta que se verifica desde o início de 2015, passando para 12,5% ante 12,2% no período anterior. O número de desempregados subiu para 12,1 milhões no trimestre Set-Nov/16, muito acima dos 9,1 milhões de desempregados em igual período de 2015.

9 De Dezembro, 2016

O IPCA subiu 0,18% em novembro, abaixo das expectativas de 0,27% do mercado e da nossa estimativa de 0,32%. O número, e algumas medidas subjacentes de inflação, mostram que o processo de redução da inflação continua, mesmo que a passos lentos. Para o ano de 2016 estamos reduzindo nossa estimativa para de 6,90% para 6,40%, em função de menores pressões em alimentos, serviços e alguns preços administrados, como energia elétrica. Reduzimos também nossa expectativa para o IPCA para 2017 de 5,10% para 5,00%.

1 de dezembro, 2016

O PIB no 3º trimestre mostrou que a economia ainda não apresenta tendência de reversão do ciclo recessivo que se iniciou no 1º trimestre de 2014. Após alguns trimestres mostrando retrações menores que as verificadas nos trimestres imediatamente anteriores, a taxa de contração voltou a se acelerar no 3º trimestre de 2016, aumentando a incerteza sobre quando a economia irá se estabilizar e, também, como e quando teremos uma retomada no crescimento econômico. Em resumo, a melhora na confiança que tivemos ao longo do segundo trimestre deste ano não se refletiu nos dados econômicos até o momento, e não há indícios de que irá se materializar no 4º trimestre também. Com isto, baixamos nossas projeções de crescimento de 2016 e 2017 de -3,3% para -3.5% e de 1,5% para 0,5% respectivamente.

29 de novembro, 2016

A taxa de desemprego ficou estável em 11,8% no trimestre Ago-Out/16 em relação ao trimestre Jul-Set/16, descontados os efeitos sazonais. Sem a dessazonalização, a taxa manteve a tendência de alta que se verifica desde o início de 2015, passando para 12,2% ante 11,9% no período anterior. O número de desempregados subiu para 12,5 milhões no trimestre Ago-Out/16, muito acima dos 9,1 milhões de desempregados em igual período de 2015.

9 de novembro, 2016

O IPCA subiu 0,26% em outubro, um pouco abaixo das expectativas de 0,30% do mercado e da nossa estimativa de 0,28%. O número, e algumas medidas subjacentes de inflação, mostram que o processo de redução da inflação continua, mesmo que a passos lentos. Para o ano de 2016, estamos reduzindo nossa estimativa de 7,1% para 6,9%, em função de pressões menores em alimentos, serviços e alguns preços administrados, como a gasolina. Mantemos nossa estimativa de 5,1% para o IPCA de 2017.

1 De Novembro, 2016

Apesar do crescimento de 0.5% em setembro (mensal dessazonalizado), não há sinais de que o setor industrial tenha revertido efetivamente o ciclo de queda na produção que se iniciou em meados de 2013. Podemos ver alguma estabilização num patamar muito baixo, mas sem sinais claros de recuperação, corroborando nossa visão que a saída deste ciclo recessivo, apesar da forte contração, será lenta.

1 de novembro, 2016

A taxa de desemprego ficou estável em 11.8% no trimestre Jul-Set/16 em relação ao trimestre Jun-Ago/16, descontados os efeitos sazonais. A taxa de desemprego manteve a tendência de alta que se verifica desde o início de 2015, passando para 11.9% ante 11.7% no período anterior.

Adauto Lima

Economista-Chefe

Adauto agrega mais de 24 anos de experiência ao cargo. Antes de entrar para o time da Western Asset, Adauto trabalhou em empresas como a GP Asset Management, West LB e Lloyd Bank. É Mestre em Economia pelo Insper – Instituto de Ensino e Pesquisa.

“O Macro no Detalhe” é uma série de curtas análises do cenário macroeconômico destinada à investidores em geral.